
FANTASMA DO TEMPO
Manto vermelho, brilhante, assento de rei.
Bronzeada a pele, misterioso olhar
Joias, poltrona, veludo macio, tudo Real.
Escuro no claro, rendas ...
Vida de rei ... Imponência real
Ao virtuoso pontífice.
Agora fantasma
Ainda imponente,
Violeta no manto
Sombras das rendas,
Nem vestígio das joias.
Preto no branco.
Boca aberta de pavor,
Dor.
Fantasma do tempo,
As jóias se foram
A realeza passou
Só sombras restaram
Do virtuoso pontífice
Que um dia foi.
Sueli R. S. Simão
Manto vermelho, brilhante, assento de rei.
Bronzeada a pele, misterioso olhar
Joias, poltrona, veludo macio, tudo Real.
Escuro no claro, rendas ...
Vida de rei ... Imponência real
Ao virtuoso pontífice.
Agora fantasma
Ainda imponente,
Violeta no manto
Sombras das rendas,
Nem vestígio das joias.
Preto no branco.
Boca aberta de pavor,
Dor.
Fantasma do tempo,
As jóias se foram
A realeza passou
Só sombras restaram
Do virtuoso pontífice
Que um dia foi.
Sueli R. S. Simão