
Versículo de Eros
Quando o lastro do teu púlpito reza as catedrais e choras
Deitada entre vigílias e em sono imersa
Fundas deleite e agonia
E cinges as vestes entre vagidos e lençóis
A fronte lívida que emerge nua
Enfronha-se nas odes de festins profanos
Onde passeiam sátiros e querubins
E às margens do Paraíso
Sonhas
Claudia Sarro
Quando o lastro do teu púlpito reza as catedrais e choras
Deitada entre vigílias e em sono imersa
Fundas deleite e agonia
E cinges as vestes entre vagidos e lençóis
A fronte lívida que emerge nua
Enfronha-se nas odes de festins profanos
Onde passeiam sátiros e querubins
E às margens do Paraíso
Sonhas
Claudia Sarro